Oi Mogi

 

Ampliação da maternidade da Santa Casa de Mogi é uma boa ‘solução caseira’?

Foto: Glaucia Paulino

A ação imediata defendida pelo Condemat é a ampliação da maternidade da Santa Casa de Mogi das Cruzes, que tem capacidade atual para 38 gestantes, mas tem registrado o dobro do número de pacientes, vindas de todos os municípios da Região.
O hospital já tem um projeto de expansão, o qual contempla mais 17 leitos para gestantes e 10 na UTI Neonatal, onde hoje existem apenas 9. Para que isso se torne realidade, é necessário um investimento estimado em R$ 5 milhões para obras de ampliação e equipamentos e mais R$ 450 mil/mês de custeio. “Isso não resolve todo o déficit regional, mas é a solução mais rápida e mais barata para estancar o problema”, frisa Cusatis.
O projeto inicial foi apresentado pelo coordenador da Câmara Técnica, pela secretária-adjunta de Saúde de Mogi das Cruzes, Rosângela Cunha e pelo provedor da Santa Casa de Mogi, Austelino Mattos.
Outras ações também serão discutidas pelo Condemat, como a contratação de médicos para o Hospital de Ferraz, a reabertura da maternidade do Stela Maris de Guarulhos e, principalmente, a construção de uma nova maternidade no Alto Tietê.
Do déficit de 131 leitos obstétricos existente no Alto Tietê para dependentes SUS, 46 são para atendimento de gestantes de alto risco. As cidades onde mais existem deficiências de estrutura são Guarulhos, Itaquá e Mogi. O número de dependentes SUS na Região corresponde a 70% da população e tem aumentado em razão da crise econômica e do desemprego. “Estaremos também chamando a ANS para que seja cobrado da iniciativa privada também a ampliação da rede de atendimento à gestante. O nosso déficit total é de 292 leitos e essa deficiência tem contribuído muito para elevar os indicadores de mortalidade materno-infantil da Região”, concluiu Cusatis.

ARTICULISTAS

 

After you have typed in some text, hit ENTER to start searching...